Desvia, hackeia, atira. Vem outro robô. Desvia, hackeia, atira de novo. A base lunar está um caos, mas quem vai pedir afastamento primeiro é a minha mão esquerda.
Eu gosto muito de PRAGMATA. O cenário destruído é bonito demais, e os movimentos da Diana impressionam. Só que, em toda luta, vinha aquele pensamento: “Preciso mesmo fazer esse tabuleiro de hacking outra vez?”. Não era falta de habilidade. Era cansaço de repetir a tarefa.
O hacking é parte central do jogo
A Capcom construiu as lutas em torno dos tiros do Hugh e do hacking da Diana para abrir a defesa dos inimigos. Para muita gente, administrar as duas coisas ao mesmo tempo é a melhor parte. Tudo bem! Só que uma mecânica ser criativa não me obriga a querer repeti-la dezenas de vezes.
O que o Unlimited Auto Hack faz de verdade
Segundo a descrição no Nexus Mods, o mod elimina o gasto do medidor ao usar o auto-hacking que já existe no jogo. Ele não promete liberar a função logo no começo nem eliminar qualquer desafio de hacking automaticamente. O nome é chamativo, mas tem letra miúda.
Mesmo assim, a divisão de tarefas faz sentido para mim. Eu controlo o Hugh. A Diana é uma parceira independente, especialista em sistemas. Se ela assume mais trabalho digital, sobra para mim desviar e atirar. Isso não é acabar com a cooperação: é finalmente organizar a equipe.
Jogar do seu jeito estraga a experiência?
Mods mudam o equilíbrio original e podem apresentar problemas depois de atualizações. Se você ama a mistura completa de hacking e tiro, não precisa mexer em nada. Mas, num jogo solo, retirar uma repetição incômoda pode ser melhor do que largar uma aventura de que você gosta.
“É bem-feito” e “quero fazer isso 200 vezes” são avaliações diferentes. Diana, o setor de TI é seu. Vou tentar sobreviver aos tiros.
Fontes: materiais oficiais da Capcom e página do Unlimited Auto Hack no Nexus Mods.




